Na manhã desta quinta-feira 02 de julho, data da Independência da Bahia, o Ministério Público da Bahia (MP-BA) deflagrou a Operação Parasita para apurar um suposto esquema de desvio de recursos públicos destinados à gestão do Hospital Geral de Eunápolis (HGE), na cidade de Eunápolis, no extremo sul do estado. Durante a ação, foram cumpridos mandados de busca e apreensão autorizados pela Vara Criminal da Comarca de Eunápolis.
Segundo o MP-BA, a investigação apura a atuação de uma suposta associação criminosa suspeita de fraudar contratos, emitir notas fiscais com valores superfaturados, desviar verbas públicas e ocultar a origem dos recursos obtidos de forma ilícita.
Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos notebooks, celulares, um tablet e documentos que serão analisados no decorrer das investigações. De acordo com o órgão, o material poderá contribuir para a identificação de outros possíveis envolvidos.
A operação é conduzida pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco Sul) e pela 3ª Promotoria de Justiça de Eunápolis.
Segundo os promotores responsáveis pelo caso, as medidas cautelares tiveram como objetivo preservar provas e garantir o andamento das investigações. O procedimento segue sob sigilo judicial e novas diligências poderão ser realizadas a partir da análise do material apreendido.
O nome Operação Parasita, conforme o MP-BA, faz referência ao suposto modo de atuação do grupo investigado, que teria se apropriado indevidamente de recursos destinados à saúde pública em benefício de interesses particulares.

Entretanto, segundo informações de corredores que circulam dentro do hospital, é que o ex sócio e médico da empresa investigada, circula em todos os setores do hospital dizendo que ele é o novo representante da nova empresa Se Liga de São Gonçalo/RJ que ganhou a nova licitação pra administrar o hospital Regional de Eunápolis, e sendo que ele é um dos supostos investigados pelo MP.


